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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Arauto do IBOV: Pivô de baixa


O Principal índice da bolsa brasileira encerrou mais um pregão no terreno  negativo, perdendo o forte suporte da região dos 62.300 pontos, inclusive em fechamento. Agora o Ibovespa tem caminho livre para o teste do último fundo, na região de 60.800, dando continuidade a sua tendência secundária e terciária de baixa. Apesar do forte volume verificado, vale ressaltar que hoje ocorreu o vencimento dos contratos de índice futuro, o que sempre resulta em maior volume negociado. 
Conforme análise anterior, o próximo suporte se encontra na região de 60.800 que provavelmente será testado. O fundo perdido (62.300) agora passa a figurar como resistência imediata, havendo uma mais fraca aos 63.000 pontos e ainda uma outra, bem mais robusta na região dos 64.000~64.200 pontos. Só a superação dos 65.000 pontos traria um viés positivo para o IBOV no curto prazo. Apesar de o índice estar no fundo das bandas de bollinger, ainda há espaço para novas quedas no curtíssimo prazo, tanto pelo IFR de 14 quanto pelo de 2 períodos.

Gráfico IBOV diário: Clique na imagem para ver ampliada

O momento é de extrema cautela, pois a ainda teórica perda do próximo suporte (~60.800) implicaria a perda da congestão lateral de longo prazo e o consequente ingresso em uma tendência primária de baixa, o que não verificamos desde 2008. Neste cenário, o alvo inicial seria a retração de 61,8% de Fibonacci de todo o movimento de alta pós-crise. Esse alvo coincidiria ainda com os 100% da projeção de Fibonacci do pivô de baixa recém formado no gráfico semanal, aos preocupantes 56.500 pontos. Ou, na melhor das hipóteses, o último dos três suportes (gráfico e "psicológico") mencionados em outra análise de Paladino na Bolsa, aos 58.000 pontos. Como ponto positivo, podemos citar apenas o fato do índice estar em região de fundo do canal de baixa do semanal, podendo iniciar um novo movimento de repique.

Gráfico IBOV Semanal: Clique na imagem para ver ampliada

terça-feira, 7 de junho de 2011

Arauto do IBOV: Viés segue negativo

Após o teste mal sucedido da região de 65.000 de sexta-feira, o IBOVESPA perdeu ontem uma pequena congestão em topo e desconfigurou a formação imediata do primeiro pivô de alta depois de dois meses de queda. A formação desse pivô e, consequentemente, de um pequeno OCOI que pode mudar os rumos do índice no curtíssimo prazo só ocorrerá no rompimento da zona de resistência, em 65.000~65.500 pontos. Por enquanto, o que se vê é a perda do pequeno fundo formado na "casa" dos 63.400, assim como das médias curtas (MMe9 e MMe21). Esta configuração gráfica  aumenta em muito as chances de um novo teste do suporte principal, aos 62.300 pontos. Este cenário é atenuado por um volume mais fraco verificado ontem. Mas ainda assim, é o mais provável. 


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Já para o dia de hoje, o que se espera é uma abertura bem positiva, com futuros operando com quase 1% de alta no momento. Certamente amparado por um cenário externo mais favorável, com alta nas bolsas européias, assim como nos indices futuros americamos.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Arauto do IBOV: Sem Força

Conforme esperado nas análises anteriores postadas aqui, em Paladino na Bolsa, o IBOVESPA deu continuidade à sua tendência baixista nos últimos pregões, encontrando suporte na região de 62.300 pontos. A perda dessa região ocorrida no intraday de segunda-feira foi rapidamente recuperada, fechando aquele pregão com um candle em forma de martelo. O que se viu no pregão de ontem foi uma boa alta que inclusive rompeu o canal de baixa em fechamento, assim como a média móvel exponencial de nove períodos (MMe9).  
Analisando unicamente o padrão gráfico do dito canal de baixa, o que se pode dizer é que o rompimento teria se confirmado hoje, com o teste de fundo do canal sem retorno ao mesmo e superação da cotação máxima de ontem. Contudo, observem que, mais uma vez, os movimentos de ontem e hoje ocorreram com baixo volume, o que é típico de movimentos de repique. Vale ressaltar ainda que, além de continuarmos em tendência secundária e terciária de baixa, o índice chegou muito próximo da região de 64.000 pontos, resistência gráfica e por onde passa a MMe21. Apenas a superação desse patamar com entrada de volume (força compradora) pode abrir espaço para teste da região de 65.500~66.000 pontos. 

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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Arauto do IBOV: Ponto de Decisão


O IBOVESPA deve proporcionar "fortes emoções" no pregão de hoje. A volatilidade deve ser maior, como é frequente em dias de vencimento de opções. Após rompimento da zona de congestão secundária e início de realização na região dos 70.000 pontos (como antecipado aqui, em Paladino na Bolsa), o índice perdeu seus suportes imediatos e não conseguiu montar o esperado pivô de alta, retornando ao fundo da congestão. Na sexta entretanto, construiu um candle de reversão em defesa do suporte da congestão, como era de se esperar. Contudo, com o pessimismo nos mercados globais e no índice futuro, certamente a abertura do pregão de hoje será em terreno negativo. Importante, no entando, um fechamento acima dos 66.000 pontos, pois a perda do canal de congestão pode levar o IBOVESPA a testar os 64.000 pontos. Em contraponto, a superação da região de 66.800 pode nos levar de volta aos 68.000. Tudo isso em semana mais curta, devido aos feriados que se aproximam.


terça-feira, 5 de abril de 2011

Arauto do IBOV: Alvo inicial atingido - E agora?



Conforme previsto na análise anterior, o Ibovespa atingiu a região do primeiro alvo indicado na projeção de Fibonacci. Com isso, mesmo que ainda apresente viés altista, para o curtíssimo prazo podemos esperar a conhecida "realização saudável". Alguns fatores parecem sustentar esse entendimento, como o fechamento em dois pregões consecutivos acima das bandas de bollinger (ontem inclusive com volume abaixo da média) e indicadores técnicos acusando zonas de sobre compra. Aliado a isso, temos o índice americano, que mesmo sem sinais de queda, encontra-se em zona de resistência definida pelo topo anual. O Suporte imediato de uma possível realização está na região dos 68.500 pontos (50% da retração de "fibo") com um mais robusto em torno dos 68.000 pontos, na área do topo duplo rompido.
Nesta manhã, os índices convergem para o terreno negativo, tanto na Europa quanto os futuros norte-americanos e doméstico, aumentando as chances de uma abertura negativa. Contudo, o índice futuro brasileiro parece demonstrar ainda ainda alguma resistência, pois opera próximo à estabilidade, provavelmente sustentado pela elevação do rating de BBB- para BBB pela Agência Fitch. Será suficiente para alcançar o topo anual sem realizações? Provavelmente não, mas é possível.


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quinta-feira, 24 de março de 2011

Arauto do IBOV: O M quer virar W

O Ibovespa ontem confirmou o rompimento, ocorrido terça-feira, da pequena congestão de curtíssimo prazo e da MMe55, construindo um candle de continuidade. Com isso, provavelmente testaremos a região do topo duplo e da congestão secundária, aos ~68.200 pontos ainda neste pregão. Este rompimento (dos 68.200~68.300) seria importante, pois configuraria a inversão da  tendência terciária para alta, liberando o índice para nova pernada, com alvo inicial em 70.000 e final no topo da congestão primária, na região de 72.000 pontos. 

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quinta-feira, 10 de março de 2011

Arauto do IBOV: Lateralizado


Após o feriado de Carnaval, o principal índice de nossa bolsa sofreu uma boa realização, com queda de 1,1%, fechando próximo às mínimas. Sem surpresas, já que estávamos no topo da congestão e com candle de viés negativo. Ademais, as ADRs brasileiras negociadas em Nova York já atecipavam a queda, como pode ser visto no índice BR20 (que agrega as 20 maiores ADRs nacionais), como visto a seguir:



Para hoje, o viés segue negativo nas bolsas pelo mundo, e não deve ser diferente do que vai ocorrer em nosso mercado doméstico. As bolsas internacionais estão precificando, mais uma vez, a falta de uma solução para a questão Líbia (e conseqüentemente dos preços internacionais do petróleo), além do rebaixamento da dívida da Espanha pela agência Moody´s. Com isso, as principais bolsas europeias operam no momento em baixa significativa e o Euro atingiu hoje sua mínima semanal. Os futuros norte americanos também operam no campo negativo, por volta de meio ponto percentual. Já o dólar está operando em leve alta, próximo à estabilidade.

Olhando para o curto e médio prazos, o IBOVESPA segue em sua congestão lateral. A superação da região de ~68.200 pontos, projeta alvo inicial em torno de 70.000 pontos e final no topo da congestão, por volta de 73.000 pontos. Por outro lado, a perda do suporte imediato na região dos 66 mil pode levar o índice ao teste do fundo duplo, aos 64.000 pontos.


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Arauto do IBOV: Lateralizado


Após o feriado de Carnaval, o principal índice de nossa bolsa sofreu uma boa realização, com queda de 1,1%, fechando próximo às mínimas. Sem surpresas, já que estávamos no topo da congestão e com candle de viés negativo. Ademais, as ADRs brasileiras negociadas em Nova York já atecipavam a queda, como pode ser visto no índice BR20 (que agrega as 20 maiores ADRs nacionais), como visto a seguir:



Para hoje, o viés segue negativo nas bolsas pelo mundo, e não deve ser diferente do que vai ocorrer em nosso mercado doméstico. As bolsas internacionais estão precificando, mais uma vez, a falta de uma solução para a questão Líbia (e conseqüentemente dos preços internacionais do petróleo), além do rebaixamento da dívida da Espanha pela agência Moody´s. Com isso, as principais bolsas europeias operam no momento em baixa significativa e o Euro atingiu hoje sua mínima semanal. Os futuros norte americanos também operam no campo negativo, por volta de meio ponto percentual. Já o dólar está operando em leve alta, próximo à estabilidade.

Olhando para o curto e médio prazos, o IBOVESPA segue em sua congestão lateral. A superação da região de ~68.200 pontos, projeta alvo inicial em torno de 70.000 pontos e final no topo da congestão, por volta de 73.000 pontos. Por outro lado, a perda do suporte imediato na região dos 66 mil pode levar o índice ao teste do fundo duplo, aos 64.000 pontos.


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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

ARAUTO DO IBOV: 63K ou 73K?


Hoje, o IBOV seguiu em seu viés baixista, tendo se recuperado bastante na parte final do pregão. O alvo final do movimento, iniciado com a perda da LTA de maio/2010 e formação do pivô de baixa é na região de 63.000 pontos.
Contudo, temos que observar a figura deixada no gráfico diário, muito aproximada a um martelo. Esse fechamento evitou inclusive a delimitação de um novo pivô de baixa. O índice foi no intraday à região de 67200~67300, onde se encontram os suportes das retrações de Fibonacci 61,8% (desde agosto) e 38,2% (desde maio e início de todo o movimento de alta), e resistiu. Notem também que existe uma divergência no IFR que formou um fundo duplo durante a queda recente do índice. Diante desses pontos e do fato de amanhã ser o último dia útil do mês, o que sempre gera alguma pressão compradora por parte dos fundos institucionais, acredito ser grande a chance de um bom repique no pregão dessa terça-feira. Caso esse repique realmente ocorra e seja forte o bastante para vencer nos próximos dias os 69.000 pontos, ultrapassando a barreiras das médias curtas (9/21/55), poderíamos ingressar no famoso “rally” de fim de ano, com alvo na região do TH, ou até um pouco acima disso.

ARAUTO DO IBOV: 63K ou 73K?

Hoje, o IBOV seguiu em seu viés baixista, tendo se recuperado bastante na parte final do pregão. O alvo final do movimento, iniciado com a perda da LTA de maio/2010 e formação do pivô de baixa é na região de 63.000 pontos.
Contudo, temos que observar a figura deixada no gráfico diário, muito aproximada a um martelo. Esse fechamento evitou inclusive a delimitação de um novo pivô de baixa. O índice foi no intraday à região de 67200~67300, onde se encontram os suportes das retrações de Fibonacci 61,8% (desde agosto) e 38,2% (desde maio e início de todo o movimento de alta), e resistiu. Notem também que existe uma divergência no IFR que formou um fundo duplo durante a queda recente do índice. Diante desses pontos e do fato de amanhã ser o último dia útil do mês, o que sempre gera alguma pressão compradora por parte dos fundos institucionais, acredito ser grande a chance de um bom repique no pregão dessa terça-feira. Caso esse repique realmente ocorra e seja forte o bastante para vencer nos próximos dias os 69.000 pontos, ultrapassando a barreiras das médias curtas (9/21/55), poderíamos ingressar no famoso “rally” de fim de ano, com alvo na região do TH, ou até um pouco acima disso.