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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Arauto do IBOV: Retorno ao Canal


Após romper no início do mês a LTB de curto prazo, originada em abril deste ano, o IBOVESPA sinalizou que poderia estar retomando o viés altista (ao menos na tendência terciária). Foi uma subida de mais de 5% em apenas 5 pregões, ao que se seguiu uma realização de igual magnitude. Contudo, até o fechamento de quinta-feira, a possibilidade de reversão no curtíssimo prazo era bem real, pois a queda atingiu resistência gráfica e a retração de 50% de Fibbonaci, podendo ser entendida como um pullback na LTB rompida, na região dos 62.000 pontos.
Entretanto, na sexta-feira, não foi o que se viu. Nosso principal índice seguiu em queda, perdendo o que poderia vir a ser um cluster de suporte, fechando até mesmo abaixo da última retração de Fibonacci.
Esta configuração abriu espaço para o teste da região dos 61.000~60.500 pontos (pequeno fundo duplo), que deve ocorrer ainda hoje. Isto porque o índice futuro abriu hoje com o maior gap negativo do ano, trabalhando inclusive abaixo de seu fundo anterior no momento, em baixa aproximada de 1,30%.
Caso esse patamar seja perdido, o índice deverá seguir rumo aos próximos alvos, sendo o mais imediato os 59.400 pontos (expansão projetada de 100% do novo pivo de baixa a ser formado).


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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Arauto do IBOV: Pivô de baixa


O Principal índice da bolsa brasileira encerrou mais um pregão no terreno  negativo, perdendo o forte suporte da região dos 62.300 pontos, inclusive em fechamento. Agora o Ibovespa tem caminho livre para o teste do último fundo, na região de 60.800, dando continuidade a sua tendência secundária e terciária de baixa. Apesar do forte volume verificado, vale ressaltar que hoje ocorreu o vencimento dos contratos de índice futuro, o que sempre resulta em maior volume negociado. 
Conforme análise anterior, o próximo suporte se encontra na região de 60.800 que provavelmente será testado. O fundo perdido (62.300) agora passa a figurar como resistência imediata, havendo uma mais fraca aos 63.000 pontos e ainda uma outra, bem mais robusta na região dos 64.000~64.200 pontos. Só a superação dos 65.000 pontos traria um viés positivo para o IBOV no curto prazo. Apesar de o índice estar no fundo das bandas de bollinger, ainda há espaço para novas quedas no curtíssimo prazo, tanto pelo IFR de 14 quanto pelo de 2 períodos.

Gráfico IBOV diário: Clique na imagem para ver ampliada

O momento é de extrema cautela, pois a ainda teórica perda do próximo suporte (~60.800) implicaria a perda da congestão lateral de longo prazo e o consequente ingresso em uma tendência primária de baixa, o que não verificamos desde 2008. Neste cenário, o alvo inicial seria a retração de 61,8% de Fibonacci de todo o movimento de alta pós-crise. Esse alvo coincidiria ainda com os 100% da projeção de Fibonacci do pivô de baixa recém formado no gráfico semanal, aos preocupantes 56.500 pontos. Ou, na melhor das hipóteses, o último dos três suportes (gráfico e "psicológico") mencionados em outra análise de Paladino na Bolsa, aos 58.000 pontos. Como ponto positivo, podemos citar apenas o fato do índice estar em região de fundo do canal de baixa do semanal, podendo iniciar um novo movimento de repique.

Gráfico IBOV Semanal: Clique na imagem para ver ampliada

terça-feira, 7 de junho de 2011

Arauto do IBOV: Viés segue negativo

Após o teste mal sucedido da região de 65.000 de sexta-feira, o IBOVESPA perdeu ontem uma pequena congestão em topo e desconfigurou a formação imediata do primeiro pivô de alta depois de dois meses de queda. A formação desse pivô e, consequentemente, de um pequeno OCOI que pode mudar os rumos do índice no curtíssimo prazo só ocorrerá no rompimento da zona de resistência, em 65.000~65.500 pontos. Por enquanto, o que se vê é a perda do pequeno fundo formado na "casa" dos 63.400, assim como das médias curtas (MMe9 e MMe21). Esta configuração gráfica  aumenta em muito as chances de um novo teste do suporte principal, aos 62.300 pontos. Este cenário é atenuado por um volume mais fraco verificado ontem. Mas ainda assim, é o mais provável. 


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Já para o dia de hoje, o que se espera é uma abertura bem positiva, com futuros operando com quase 1% de alta no momento. Certamente amparado por um cenário externo mais favorável, com alta nas bolsas européias, assim como nos indices futuros americamos.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Arauto do IBOV: Sem Força

Conforme esperado nas análises anteriores postadas aqui, em Paladino na Bolsa, o IBOVESPA deu continuidade à sua tendência baixista nos últimos pregões, encontrando suporte na região de 62.300 pontos. A perda dessa região ocorrida no intraday de segunda-feira foi rapidamente recuperada, fechando aquele pregão com um candle em forma de martelo. O que se viu no pregão de ontem foi uma boa alta que inclusive rompeu o canal de baixa em fechamento, assim como a média móvel exponencial de nove períodos (MMe9).  
Analisando unicamente o padrão gráfico do dito canal de baixa, o que se pode dizer é que o rompimento teria se confirmado hoje, com o teste de fundo do canal sem retorno ao mesmo e superação da cotação máxima de ontem. Contudo, observem que, mais uma vez, os movimentos de ontem e hoje ocorreram com baixo volume, o que é típico de movimentos de repique. Vale ressaltar ainda que, além de continuarmos em tendência secundária e terciária de baixa, o índice chegou muito próximo da região de 64.000 pontos, resistência gráfica e por onde passa a MMe21. Apenas a superação desse patamar com entrada de volume (força compradora) pode abrir espaço para teste da região de 65.500~66.000 pontos. 

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quarta-feira, 11 de maio de 2011

ARAUTO DO IBOV: " I´ll Be Back"


O movimento altista, com características claras de repique, pode estar chegando ao fim. Notem que a alta vista nos últimos dias foi com volume abaixo da média. Ontem, o índice chegou superar a MMe9 e a tocar a região do fundo perdido (coincidente com o topo do canal de baixa), mas não resistiu e recuou, apesar de continuar marcando nova máxima sem nova mínima. Ademais, o índice futuro antecipa uma possível realização com candle baixista ontem. Situação oposta a do dólar, que está sendo sustentado pelas MMe9 e MMe21. Para que esse movimento altista tenha sequência, é necessário o rompimento da região dos 66.000 pontos, como dito em análise anterior. O momento é de atenção.

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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Arauto do IBOV: Viés baixista


Ontem, após um início de pregão com características de reação e respeito ao suporte dos 64.200 pontos, o índice doméstico acabou por amargar mais um dia de queda, agravada na parte final do pregão, marcando uma indesejável sombra sombra superior. O fechamento marcou ainda a perda de um importante fundo duplo no gráfico diário, indicando que o cenário mais provável, a partir de agora, será o atingimento do alvo da expansão projetada, na região dos 62.400. Esta, se perdida, pode levar o índice ao teste da expansão total de Fibonacci, aos 59.300 pontos.
Claro, após uma queda tão vigorosa, as possibilidades de um repique nos próximos dias, dentro da tendência de baixa, aumentam. Em ocorrendo, os alvos desse movimento se limitam à região de 65.500 ~ 66.000 pontos. Apenas a superação desse patamar trará um viés neutro de curtíssimo prazo prazo para o IBOVESPA.    

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No momento, a apenas vinte minutos da abertura do pregão, o índice futuro do Ibovespa (INDFUT) opera em baixa considerável de aproximadamente 0,50%, no mesmo nível dos índices futuros dos EUA, que ficaram mais negativos na última hora. Ou seja, indícios de mais uma abertura negativa.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Arauto do IBOV: Ponto de Decisão


O IBOVESPA deve proporcionar "fortes emoções" no pregão de hoje. A volatilidade deve ser maior, como é frequente em dias de vencimento de opções. Após rompimento da zona de congestão secundária e início de realização na região dos 70.000 pontos (como antecipado aqui, em Paladino na Bolsa), o índice perdeu seus suportes imediatos e não conseguiu montar o esperado pivô de alta, retornando ao fundo da congestão. Na sexta entretanto, construiu um candle de reversão em defesa do suporte da congestão, como era de se esperar. Contudo, com o pessimismo nos mercados globais e no índice futuro, certamente a abertura do pregão de hoje será em terreno negativo. Importante, no entando, um fechamento acima dos 66.000 pontos, pois a perda do canal de congestão pode levar o IBOVESPA a testar os 64.000 pontos. Em contraponto, a superação da região de 66.800 pode nos levar de volta aos 68.000. Tudo isso em semana mais curta, devido aos feriados que se aproximam.


quarta-feira, 30 de março de 2011

Arauto do IBOV: Agora vai !?


Finalmente, um sinal mais claro que o M pode vir a ser um W. Hoje o IBOV fechou com um marobozu de alta, forte padrão altista, antecipando a formação de um pivô de alta em fechamento. Apenas o volume não foi muito forte, assim como a superação da região de 68.200 pontos é necessária para confirmação do movimento. Contudo, já podemos verificar algumas divergências altistas em indicadores, assim como o movimento dos últimos dias (com possível delimitação de pivô) torna mais claro o alvo inicial em 69.700~69.800 pontos bem como o final próximo ao topo anual, entre 71.500 e 72.300 pontos.


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Interessante observar ainda outros fatores que podem confirmar a terciária de alta, como a relação histórica entre as cotações da BVMF3, que refletem o fluxo estrangeiro e romperam importante LTB hoje, com ótimo volume. Quem acompanha o twitter de Paladino na Bolsa já estava posicionado desde segunda-feira, em setup pelo risco com acionamento em 11,12 centavos. 


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Outro indício de um movimento de alta pode ser constatado na relação histórica do índice com o dólar. Importante termômetro do posicionamento dos estrangeiros na bolsa. Como os Guerreiros bem sabem, em regra geral o índice caminha em sentido contrário à moeda. Hoje, assim como ontem, a moeda sofreu forte queda, sendo que o volume do dia foi praticamente o dobro da média. 

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Outro fator igualmente positivo foi o "rompimento antecipado" do pivô no Índice BR20 (representativo das nossas maiores ADRs em Nova York, com alta de 1,51% no pregão de hoje.

Por fim, verificamos alguns rompimentos de papeis com forte peso no índice. Outros tantos caminhando para esses rompimentos. Normalmente, a presença de muitos setups compradores no diário indica alta.

Claro, é bom ter em mente que todos esses fatores são INDICAÇÕES ou INDÍCIOS de que a congestão provavelmente será rompida para cima. A confirmação é necessária.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Arauto do IBOV: O M quer virar W

O Ibovespa ontem confirmou o rompimento, ocorrido terça-feira, da pequena congestão de curtíssimo prazo e da MMe55, construindo um candle de continuidade. Com isso, provavelmente testaremos a região do topo duplo e da congestão secundária, aos ~68.200 pontos ainda neste pregão. Este rompimento (dos 68.200~68.300) seria importante, pois configuraria a inversão da  tendência terciária para alta, liberando o índice para nova pernada, com alvo inicial em 70.000 e final no topo da congestão primária, na região de 72.000 pontos. 

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quinta-feira, 10 de março de 2011

Arauto do IBOV: Lateralizado


Após o feriado de Carnaval, o principal índice de nossa bolsa sofreu uma boa realização, com queda de 1,1%, fechando próximo às mínimas. Sem surpresas, já que estávamos no topo da congestão e com candle de viés negativo. Ademais, as ADRs brasileiras negociadas em Nova York já atecipavam a queda, como pode ser visto no índice BR20 (que agrega as 20 maiores ADRs nacionais), como visto a seguir:



Para hoje, o viés segue negativo nas bolsas pelo mundo, e não deve ser diferente do que vai ocorrer em nosso mercado doméstico. As bolsas internacionais estão precificando, mais uma vez, a falta de uma solução para a questão Líbia (e conseqüentemente dos preços internacionais do petróleo), além do rebaixamento da dívida da Espanha pela agência Moody´s. Com isso, as principais bolsas europeias operam no momento em baixa significativa e o Euro atingiu hoje sua mínima semanal. Os futuros norte americanos também operam no campo negativo, por volta de meio ponto percentual. Já o dólar está operando em leve alta, próximo à estabilidade.

Olhando para o curto e médio prazos, o IBOVESPA segue em sua congestão lateral. A superação da região de ~68.200 pontos, projeta alvo inicial em torno de 70.000 pontos e final no topo da congestão, por volta de 73.000 pontos. Por outro lado, a perda do suporte imediato na região dos 66 mil pode levar o índice ao teste do fundo duplo, aos 64.000 pontos.


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Arauto do IBOV: Lateralizado


Após o feriado de Carnaval, o principal índice de nossa bolsa sofreu uma boa realização, com queda de 1,1%, fechando próximo às mínimas. Sem surpresas, já que estávamos no topo da congestão e com candle de viés negativo. Ademais, as ADRs brasileiras negociadas em Nova York já atecipavam a queda, como pode ser visto no índice BR20 (que agrega as 20 maiores ADRs nacionais), como visto a seguir:



Para hoje, o viés segue negativo nas bolsas pelo mundo, e não deve ser diferente do que vai ocorrer em nosso mercado doméstico. As bolsas internacionais estão precificando, mais uma vez, a falta de uma solução para a questão Líbia (e conseqüentemente dos preços internacionais do petróleo), além do rebaixamento da dívida da Espanha pela agência Moody´s. Com isso, as principais bolsas europeias operam no momento em baixa significativa e o Euro atingiu hoje sua mínima semanal. Os futuros norte americanos também operam no campo negativo, por volta de meio ponto percentual. Já o dólar está operando em leve alta, próximo à estabilidade.

Olhando para o curto e médio prazos, o IBOVESPA segue em sua congestão lateral. A superação da região de ~68.200 pontos, projeta alvo inicial em torno de 70.000 pontos e final no topo da congestão, por volta de 73.000 pontos. Por outro lado, a perda do suporte imediato na região dos 66 mil pode levar o índice ao teste do fundo duplo, aos 64.000 pontos.


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quarta-feira, 2 de março de 2011

Arauto do IBOV: Lateral ou negativo

Ontem, após o toque na média móvel exponencial de 55 períodos, o Ibovespa iniciou um forte movimento vendedor em razão de tensões nos mercados globais. Os mercados refletiram, principalmente, o rebaixamento da Líbia pela agência Fitch, bem como o discurso de Ben Bernanke, mostrando preocupação com o possível impacto da alta do petróleo na questão inflacionária.

Analisando os gráficos, podemos perceber que estamos configurando um pivô de baixa que provavelmente será confirmado hoje. O alvo do movimento se encontra, inicialmente, na região de 65.5 mil pontos e completa sua amplitude aos 64 mil pontos, região onde existe, inclusive, importante suporte gráfico. No gráfico de 60 minutos ainda há esperança, pois a região dos 66.000 pontos pode manter o índice na congestão em que se encontra. Somente um fechamento positivo hoje poderia trazer de volta o viés lateral.


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Arauto do IBOV: Lateral ou negativo

Ontem, após o toque na média móvel exponencial de 55 períodos, o Ibovespa iniciou um forte movimento vendedor em razão de tensões nos mercados globais. Os mercados refletiram, principalmente, o rebaixamento da Líbia pela agência Fitch, bem como o discurso de Ben Bernanke, mostrando preocupação com o possível impacto da alta do petróleo na questão inflacionária.

Analisando os gráficos, podemos perceber que estamos configurando um pivô de baixa que provavelmente será confirmado hoje. O alvo do movimento se encontra, inicialmente, na região de 65.5 mil pontos e completa sua amplitude aos 64 mil pontos, região onde existe, inclusive, importante suporte gráfico. No gráfico de 60 minutos ainda há esperança, pois a região dos 66.000 pontos pode manter o índice na congestão em que se encontra. Somente um fechamento positivo hoje poderia trazer de volta o viés lateral.


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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Arauto do IBOV: Sim, a tendência ainda é de baixa

Nos últimos cinco dias, o índice já acumula alta de quase 6%, tendo superado ontem uma importante resistência representada pelo antigo suporte, na região de 67.200 pontos. Essa foi respaldada por bom volume negociado, além de  ter ocorrido a superação da MMe21. A superação do topo anterior, na região de 68.000 pontos abre espaço para o teste da congestão primária, entre 71K e 73K. Contudo, precisamos ter em mente que ainda estamos em tendência secundária de baixa. Mesmo se estivermos diante de um possível início de bull market, isso não altera o fato de que o índice precisa tentar testar seu último fundo (na região dos 64.000) para, não o perdendo, voltar a subir e formar um pivô de alta. Esse fato sim, representando uma mudança de tendência (ao menos terciária). O momento é de atenção, pois pode estar em formação um novo topo.



Arauto do IBOV: Sim, a tendência ainda é de baixa

Nos últimos cinco dias, o índice já acumula alta de quase 6%, tendo superado ontem uma importante resistência representada pelo antigo suporte, na região de 67.200 pontos. Essa foi respaldada por bom volume negociado, além de  ter ocorrido a superação da MMe21. A superação do topo anterior, na região de 68.000 pontos abre espaço para o teste da congestão primária, entre 71K e 73K. Contudo, precisamos ter em mente que ainda estamos em tendência secundária de baixa. Mesmo se estivermos diante de um possível início de bull market, isso não altera o fato de que o índice precisa tentar testar seu último fundo (na região dos 64.000) para, não o perdendo, voltar a subir e formar um pivô de alta. Esse fato sim, representando uma mudança de tendência (ao menos terciária). O momento é de atenção, pois pode estar em formação um novo topo.