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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Planilha para montar uma Análise Fundamentalista



Agora que os guerreiros já sabem como interpretar os principais indicadores fundamentalistas (recomendo que, antes de usarem a planilha, deem uma lida nos 5 artigos anteriores que postei, em ordem cronológica), vou disponibilizar uma planilha que montei, onde será possível ao investidor montar sua própria análise sobre qualquer ação que preferir, e ir monitorando a evolução dos números trimestralmente.

Link para download da planilha (segunda atualização):  http://www.4shared.com/office/XqnslZVp/EZTC3-2T12-Cadu_28.html



Na primeira parte da planilha, o investidor terá que digitar os dados em toda as áreas marcadas com a cor azul, conforme o período e o indicador. Neste caso, montei a planilha com base nos dados da EZTC3, que possui um tag along de 100%.


Agora, vou mostar onde e como achar estes números para serem preenchidos na planilha.
Entrem no site da Bovespa: http://www.bmfbovespa.com.br

Depois, entrem em "Conheça as companhias que têm ações negociadas na Bolsa", que está na aba a esquerda do site.

Após, na caixa para digitar o nome da empresa, digitem o deste exemplo, que é: EZTC3 ; depois selecionem Buscar.

Vai aparecer a razão social da empresa, confirme se corresponde, e clique no nome dela.


Vai abrir uma janela onde constam diversas informações sobre a empresa, incluindo Dados da empresa, Plantão das últimas noticias, Cotação, alguns dados econômicos, Posição acionária, e Composição do capital. A principio, vamos nos ater a aba que nos interessa, que é a aba Relatórios Financeiros, lá na parte de cima da janela, cliquem nela.

Vai abrir uma nova janela, igual a esta abaixo:

Esta aba nos mostra o seguinte (sendo bem objetivo, ignorem por enquanto o que não estiver escrito abaixo):
ANO - nela você escolhe o período que vai querer analisar os balanços. A janela sempre abre com a pré-seleção dos últimos balanços divulgados, tanto o trimestral quanto o anual.

ITR - Se refere ao balanço Trimestral

DFP - Se refere ao balanço Anual

Se modificarmos o período do ANO, para 2010 por exemplo, no ITR teremos:
31/03/2010 - Legislação Societária
    Estes representam, respectivamente, os balanços do: 3T, 2T e 1T de 2010.

      Vamos usar como base para explicação, o último trimestre divulgado, que foi o 1T 11, mostrado no site na parte de ITR do último ANO (ou de 2011) como 31/03/2011 - Informações Trimestrais, cliquem nele. Vai abrir uma janela igual a esta abaixo:


      É nesta janela onde iremos coletar todos os números, refentes ao 1T 11, para colocarmos na planilha.


      Na parte acima, onde têm duas caixas logo após de "Você está vendo:", selecione na primeira DFs Consolidadas. Na segunda caixa vai aparecer Balanço Patrimonial Ativo.

      Neste caso, temos agora a visualização dos números do ATIVO da empresa neste trimestre, na primeira coluna, e na segunda coluna neste caso temos os números referentes ao ano de 2010, igual a imagem abaixo:


      Na parte de ATIVOS, os itens na planilha estão na cor verde. Copie e cole  (ou digite) cada valor referente ao período na planilha.

      Com a nova regra contábil, os últimos resultados estão vindo com o Ativo Permanente em separado. Para se obtê-lo, soma-se os itens: Investimentos, Imobilizado e Intangível.



      Após montar os Ativos, selecione na segunda caixa o Balanço Patrimonial Passivo. Na planilha, estes itens estão marcados pela cor vermelha. Os Empréstimos e Financiamentos de CP (curto prazo) estão no item 2.01.X, ao passo que os de LP (longo prazo) estão no item 2.02.X.

      Depois de montar os Passivos, selecione na segunda caixa a Demonstração do Resultado (DR). Na planilha estes itens estão marcados pela cor azul.

      Para montar a DR, selecione na primeira caixa o item Dados da Empresa. Nesta janela, irá aparecer o número de ações total da empresa. Adicione este item na planilha, seguido pela cotação da ação na época da divulgação do balanço.

      No último item da planilha, o Resultado não recorrente, serve para anotar qual foi o valor referente ao lucro líquido que foi inflado por um evento não recorrente, ou seja, que não é da natureza da empresa. Sugiro aos investidores iniciantes deixar este item em branco, e se apegar mais a comparação do EBIT com o Lucro Liquido, conforme já explicado no artigo anterior. Quem quiser pode comparar também na planilha o Resultado antes do Financeiro e Tributo com o Lucro Líquido, para se ter uma ideia dos fatores não recorrentes.

      E pronto, está montada a sua planilha. Logo abaixo dos dados adicionados ela fornece diversos cálculos, retornando indicadores explicados anteriormente aqui. Cabe agora cada investidor montar suas análises e ir fazendo o monitoramento trimestral da evolução das empresas que quiser acompanhar de perto.

      Algumas observações: O 4T de cada ano é obtido com os números do resultado anual subtraindo os da soma dos três trimestres anteriores, por isso não precisa preencher o 4T na planilha. No ativo e passivo os números são iguais ao do balanço anual.

      Para colocar o dado anual, por exemplo de 2010, é só seguir os mesmos passos acima, só que abrindo ao invés do ITR, o DFP de 31/12/2010.

      Nos balanços divulgados até o 3T 10, o formato da bovespa é diferente, porem só o layout basicamente que mudou. Os mesmos itens que hoje selecionamos pelas caixas, podem ser selecionados clicando nos ícones marcados na imagem ao lado com a seta azul. Sendo que o primeiro deles, Dados da empresa, selecionar depois o item 5 - Composição do capital, para obter o numero de ações na época.


      Neste layout antigo, alguns itens estão com o nome trocados, neste caso substitua:
      Resultado antes Financeiro e Tributo = Resultado Operacional
      Disponibilidade = Caixa e equivalente de caixa

      Empresas do setor financeiro (bancos por exemplo) - Substituir os seguintes itens:
      Receita líquida de Venda = Receita da Intermediação Financeira
      Custos das vendas = Despesas da Intermediação

      Para acompanharem novas planilhas disponíveis para download, usem este link:
      http://www.4shared.com/dir/BZCw1UGS/sharing.html







      segunda-feira, 8 de novembro de 2010

      IMPOSTO DE RENDA SOBRE AÇÕES - Escolha a melhor forma de calcular e acompanhar



      Este artigo não tem o objetivo principal de explicar em detalhes os procedimentos para calcular o IR sobre movimentação em bolsa. Embora reconheça a importância dessas explicações, já existem muitos sites e blogs esclarecendo esses pormenores. Se este é seu interesse, consulte os links a seguir:


      Clique na imagem para ver instruções ampliadas



      O Objetivo principal desse tópico é dar subsídios para que você escolha a forma mais adequada às suas necessidades de calcular e acompanhar mês a mês seu Imposto de Renda sobre operações financeiras em bolsa.

      Antes de tudo, vale ressaltar a importância de apurar e principalmente PAGAR o imposto devido. A cada dia, surgem novas e criativas formas da Receita Federal cruzar seus dados. O tempo em que "bancar o esquecido" funcionava já acabou. Se você está nessa situação, regularize o quanto antes. As multas e juros são pesados e a dor de cabeça não vale a pena.

      Os cálculos são até simples, mas não devem ser menosprezados e  negligenciados. Existem uma série de fatores que podem complicar as coisas, sobretudo de quem deixa para a última hora e acumula notas de corretagem: incorporações, fusões, mudanças de códigos, desdobramentos, exercício de opções, operações a termo, dividendos e juros sobre capital próprio recebidos, compensação de prejuízos , etc. Tudo isso são exemplos de situações que podem gerar distorções e erros em sua declaração, potencializando as chances de cair na malha fina.

      $ Então, qual a melhor alternativa para cumprir suas obrigações com o fisco?

      UMA BOA CORRETORA

      Sem sombra de dúvida, a maneira mais rápida, fácil, confiável e eficiente de realizar esta tarefa é sendo cliente de uma corretora que faça isso para você. Muita gente não sabe, mas existem corretoras (algumas certamente com taxas menores que as da sua) que fazem esse serviço de forma gratuita. Outras cobram uma pequena taxa. Entre essas podemos citar: Icap, Banif, Link, Win, Tov, Spinelli, etc. Quem sabe até a sua corretora disponha desse serviço... procure se informar. Mesmo que esta opção implique algum custo, não deve ser desconsiderada, pois é a forma mais eficaz de se manter em dia com o Leão.

      ARMAZENAMENTO E CÁLCULO VIA INTRANET (SITES) OU SOFTWARE PAGOS

      Em se tratando de qualidade, esses softwares e sites pagos são mais eficientes que os gratuitos. Claro, o nível de comprometimento e principalmente SUPORTE dessas ferramentas tende a uma melhor  performance do serviço prestado, por razões óbvias. Caso sua corretora não disponha do serviço de cálculo do IR, ela pode lhe indicar bons prestadores nessa modalidade. Um que considero referência é o disponibilizado de forma gratuita para os clientes especiais de Icap, mas que também pode ser contratado de forma independente. O Mycapital é um sistema irretocável com relatórios impecáveis.

      ARMAZENAMENTO E CÁLCULO VIA SITES DE FORMA GRATUITA

      Essa é a opção escolhida por muitos dos pequenos investidores. Pessoas que realizam poucas operações por mês e que utilizam esses sistemas parecem satisfeitas. Mas existem alguns contras: 1o) O sitema de inclusão das notas de corretagem é lento; 2o) Mesmo sendo oferecido por sites teoricamente confiáveis e estáveis, suas informações estarão em um banco de dados e não sob sua guarda; 3o) O sistema está sujeito a falhas, que quando ocorrem não lhe permitem qualquer tipo de reparação/reclamação;  Eu mesmo enfrentei esse tipo de dificuldades ao tentar utilizar esses sistemas no passado. Mesmo assim, se optar por esse tipo de serviço, os mais conhecidos são os  links a seguir:



      PLANILHAS DE CÁLCULO DO MICROSOFT EXCEL

      Essa alternativa, embora bem simples, é uma das mais interessantes. Sobretudo por não envolver custos e poder ser usada em conjunto com uma das outras alternativas para fins de verificação. Traz consigo ainda o beneficio de manter seus dados sob sua custódia, diminuindo as chances de exposição ou corrompimento das informações. Se o investidor dispõe do tempo e conhecimentos necessários à elaboração da própria planilha eletrônica, poderá desenvolver uma com as funcionalidades personalizadas. Mas por que perder tempo elaborando algo que com certeza outros já fizeram e desenvolveram por anos? Realmente não faz sentido algum. 
      Contudo, aqui nos deparamos com um novo problema. Ao contrário do que possa parecer, encontrar na internet uma planilha confiável, funcinal e livre de erros é tarefa das mais árduas.
      Se você está lendo esse artigo e ainda não buscou uma planilha desse tipo na rede mundial de computadores mas tem interesse, pode se considerar uma pessoa de sorte. Poderá colher os frutos de dias de pesquisa e testes de diversas planilhas até encontrar a do link que disponibilizo para download, destravada e totalmente funcional:

      IMPOSTO DE RENDA SOBRE AÇÕES - Escolha a melhor forma de calcular e acompanhar



      Este artigo não tem o objetivo principal de explicar em detalhes os procedimentos para calcular o IR sobre movimentação em bolsa. Embora reconheça a importância dessas explicações, já existem muitos sites e blogs esclarecendo esses pormenores. Se este é seu interesse, consulte os links a seguir:


      Clique na imagem para ver instruções ampliadas



      O Objetivo principal desse tópico é dar subsídios para que você escolha a forma mais adequada às suas necessidades de calcular e acompanhar mês a mês seu Imposto de Renda sobre operações financeiras em bolsa.

      Antes de tudo, vale ressaltar a importância de apurar e principalmente PAGAR o imposto devido. A cada dia, surgem novas e criativas formas da Receita Federal cruzar seus dados. O tempo em que "bancar o esquecido" funcionava já acabou. Se você está nessa situação, regularize o quanto antes. As multas e juros são pesados e a dor de cabeça não vale a pena.

      Os cálculos são até simples, mas não devem ser menosprezados e  negligenciados. Existem uma série de fatores que podem complicar as coisas, sobretudo de quem deixa para a última hora e acumula notas de corretagem: incorporações, fusões, mudanças de códigos, desdobramentos, exercício de opções, operações a termo, dividendos e juros sobre capital próprio recebidos, compensação de prejuízos , etc. Tudo isso são exemplos de situações que podem gerar distorções e erros em sua declaração, potencializando as chances de cair na malha fina.

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      UMA BOA CORRETORA

      Sem sombra de dúvida, a maneira mais rápida, fácil, confiável e eficiente de realizar esta tarefa é sendo cliente de uma corretora que faça isso para você. Muita gente não sabe, mas existem corretoras (algumas certamente com taxas menores que as da sua) que fazem esse serviço de forma gratuita. Outras cobram uma pequena taxa. Entre essas podemos citar: Icap, Banif, Link, Win, Tov, Spinelli, etc. Quem sabe até a sua corretora disponha desse serviço... procure se informar. Mesmo que esta opção implique algum custo, não deve ser desconsiderada, pois é a forma mais eficaz de se manter em dia com o Leão.

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      Em se tratando de qualidade, esses softwares e sites pagos são mais eficientes que os gratuitos. Claro, o nível de comprometimento e principalmente SUPORTE dessas ferramentas tende a uma melhor  performance do serviço prestado, por razões óbvias. Caso sua corretora não disponha do serviço de cálculo do IR, ela pode lhe indicar bons prestadores nessa modalidade. Um que considero referência é o disponibilizado de forma gratuita para os clientes especiais de Icap, mas que também pode ser contratado de forma independente. O Mycapital é um sistema irretocável com relatórios impecáveis.

      ARMAZENAMENTO E CÁLCULO VIA SITES DE FORMA GRATUITA

      Essa é a opção escolhida por muitos dos pequenos investidores. Pessoas que realizam poucas operações por mês e que utilizam esses sistemas parecem satisfeitas. Mas existem alguns contras: 1o) O sitema de inclusão das notas de corretagem é lento; 2o) Mesmo sendo oferecido por sites teoricamente confiáveis e estáveis, suas informações estarão em um banco de dados e não sob sua guarda; 3o) O sistema está sujeito a falhas, que quando ocorrem não lhe permitem qualquer tipo de reparação/reclamação;  Eu mesmo enfrentei esse tipo de dificuldades ao tentar utilizar esses sistemas no passado. Mesmo assim, se optar por esse tipo de serviço, os mais conhecidos são os  links a seguir:



      PLANILHAS DE CÁLCULO DO MICROSOFT EXCEL

      Essa alternativa, embora bem simples, é uma das mais interessantes. Sobretudo por não envolver custos e poder ser usada em conjunto com uma das outras alternativas para fins de verificação. Traz consigo ainda o beneficio de manter seus dados sob sua custódia, diminuindo as chances de exposição ou corrompimento das informações. Se o investidor dispõe do tempo e conhecimentos necessários à elaboração da própria planilha eletrônica, poderá desenvolver uma com as funcionalidades personalizadas. Mas por que perder tempo elaborando algo que com certeza outros já fizeram e desenvolveram por anos? Realmente não faz sentido algum. 
      Contudo, aqui nos deparamos com um novo problema. Ao contrário do que possa parecer, encontrar na internet uma planilha confiável, funcinal e livre de erros é tarefa das mais árduas.
      Se você está lendo esse artigo e ainda não buscou uma planilha desse tipo na rede mundial de computadores mas tem interesse, pode se considerar uma pessoa de sorte. Poderá colher os frutos de dias de pesquisa e testes de diversas planilhas até encontrar a do link que disponibilizo para download, destravada e totalmente funcional: